a Advocacia-geral Da União (agu) Deve Passar A Atuar Como
Defensora Do Conselho Nacional De Justiça (cnj). O Acordo Entre Os Dois órgãos
Foi Fechado Nessa Terça-feira Entre O Presidente Do Cnj, Ministro Gilmar Mendes,
E O Advogado-geral Da União, Luís Inácio Lucena Adams, E Deverá Durar Por Pelo
Menos Cinco Anos.
antes Do Acordo, O Conselho Não Tinha Quem O Defendesse
Nos Processos Em Que Era Réu. De Acordo Com O Texto Assinado Nessa Terça-feira,
A Agu Deverá Apontar Dois De Seus Advogados Para Atuar Dentro Do Cnj - Em Espaço
Físico Cedido Pelo Conselho. Em Processos Nos Quais O Cnj E A União Estejam Em
Conflito, Caberá à Agu Disponibilizar Um Advogado Exclusivamente Para A Defesa
Do Conselho.
antes, Se Algum Tribunal Discordasse Das Decisões Do Cnj,
Recorria Ao Supremo Tribunal Federal (stf). O Stf Pedia, Então, Explicações Ao
Cnj - Que Deveria Justificar A Resolução, Mas Sem Ter Quem Advogasse Em Sua
Defesa.
agência Estado